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Electroencefalografia

PREPARAÇÃO

No dia anterior ao exame, o cabelo deve ser lavado de preferência com sabão e não se deve aplicar amaciadores, laca, gel ou qualquer tipo de gordura.

A Electroencefalografia é um procedimento clínico que permite o registo da variação da actividade eléctrica do cérebro, originado pela condução do impulso nervoso.

As células do cérebro comunicam entre si produzindo pequenos impulsos eléctricos. Na realização de um EEG colocam-se os eléctrodos no couro cabeludo sobre múltiplas áreas do cérebro para detectar e registar padrões da actividade eléctrica e pesquisar qualquer anomalidade.

São colocados discos metálicos planos em diferentes sítios do couro cabeludo, os quais são fixados com um creme adesivo. Os eléctrodos são ligados por meio de cabos a um amplificador de sinal e a um equipamento de registo.

O equipamento de registo converte os sinais eléctricos numa série de linhas ondeadas, as quais são impressas num papel quadriculado. O utente sujeito a este exame deve permanecer sem se mover e com os olhos fechados, uma vez que o movimento pode alterar os resultados. Por vezes há necessidade de pedir ao utente que realize determinadas acções como respirar profunda e rapidamente por alguns minutos ou olhar para uma luz brilhante e cintilante.

No dia anterior ao exame, o cabelo deve ser lavado de preferência com sabão e não se deve aplicar amaciadores, laca, gel ou qualquer tipo de gordura.

É possível que o médico suspenda algum tipo de medicação, mas o utente nunca deverá mudar ou deixar de tomar algum medicamento por iniciativa própria.

Deve evitar-se o consumo de alimentos que contenham cafeína nas 8 horas que precedem o exame.

O exame não causa nenhum incómodo, apesar da colocação dos eléctrodos na cabeça (que pode causar alguma estranheza) este só registam a actividade e não produzem nenhuma sensação.

Este tipo de exame (EEG) é utilizado para diagnosticar a presença e tipo de crises convulsivas, para pesquisar as causas da confusão e para avaliar as lesões da cabeça, tumores, infecções, deficiências degenerativas e alterações metabólicas que afectam o cérebro. Também é utilizado para avaliar distúrbios do sono e para investigar períodos de perda de conhecimento. Nos hospitais é usado para a confirmação da morte cerebral de um paciente em estado de coma.

Não pode ser utilizado para «ler a mente», medir a inteligência, nem para diagnosticar um atraso mental.

O procedimento é muito seguro, não havendo grandes riscos. No caso de o paciente sofrer de crises convulsivas, é possível que as luzes cintilantes ou uma hiperventilação provoquem uma convulsão, mas nestes casos o Médico, que assiste sempre o exame, está preparado para lidar com a situação e cuidar do paciente.

Este exame é efectuado na nossa clínica da Av. França, no Porto.

 
 
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